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Peça é um verdadeiro manual prático do amor
 

"Eu te amo mesmo assim", com supervisão geral de João Falcão, reestreia no dia 6 de julho, no Teatro das Artes. Foto: Guilherme Maia/Divulgação.

Se houver aqui algum homem comum a quem a Arte do Amor seja desconhecida, que ele escute com atenção minhas palavras e que, conhecendo-a através delas, ame, “A Arte de Amar” de Ovídio - 43AC – 7DC. Assim começa o musical “Eu Te Amo Mesmo Assim”, que, após grande sucesso em sua primeira temporada, reestreia no dia 6 de julho, no Teatro das Artes. Com supervisão geral de João Falcão, direção cênica de João Sanches e adaptação de Jô Abdu, o espetáculo, inspirado na música sentimental brasileira e no livro “A Arte de Amar”, de Ovídio, é um manual prático do amor, com músicas de Cartola, Chico Buarque, Geraldo Azevedo, Gilberto Gil, João Falcão, Roberto Carlos, Vinicius de Moraes e outros mestres da MPB.

No palco, os atores Laila Garin e Osvaldo Mil, acompanhados por uma banda com quatro músicos, dão todas as dicas pra quem quer conquistar ou esquecer um grande amor.

“A Arte de Amar” foi escrito a mais de dois mil anos, mas surpreende por sua atualidade. A adaptação aproveitou os melhores conselhos de Ovídio para reensinar o novo homem como conquistar a nova mulher com ensinamentos simples e sutis que fazem a plateia se identificar imediatamente. O espetáculo é dividido em três momentos: primeiro canta e conta como conquistar o coração do objeto amado; segundo, como manter uma relação e, terceiro e último, se o fim for necessário, como esquecer um grande amor.

Com a supervisão geral de João Falcão, Jô Abdu fez a adaptação do texto e juntos escolheram 21 músicas entre uma lista de mais de 100 pré-selecionadas. De “Acontece”, de Cartola, a “Evidências”, de José Augusto e Paulo Sérgio Valle, o espetáculo conta com os arranjos inéditos do diretor musical Alexandre Elias, que trabalhou numa linguagem que mistura rock, pop e disco, criando uma dinâmica eletrizante.

A direção cênica fica a cargo de João Sanches que chegou da Bahia há cerca de dois anos e foi assistente de direção de João Falcão na peça “Clandestinos”. A direção de movimento é feita por Duda Maia.

O elenco é uma reunião de dois talentosos baianos

Osvaldo já está radicado no Rio há tempos e atuou em espetáculos como “Os Cafajestes” de Fernando Guerreiro, e “Dhrama” de João Falcão. Já Laila é a mais nova “baiana do Rio”. Depois de fazer parte durante quatro anos da Casa Laboratório para as Artes do Teatro, companhia dirigida por Cacá Carvalho e a Fondazione Pontedera de Teatro da Itália em São Paulo. Na Bahia, iniciou sua carreia ao lado dos atores e amigos Wagner Moura e Vladimir Brichta, num espetáculo dirigido por José Possi Neto.

 

FICHA TÉCNICA

Com Laila Garin e Osvaldo Mil

Músicos – Tássio Ramos, Ricco Viana, Rick de La Torre e Toninho Van Ahn

Inspirado no livro “A Arte de Amar” de Ovídio (43AC – 7DC) 

Supervisão Geral – João Falcão

Adaptação– Jô Abdu

Direção – João Sanches

Direção Musical – Alexandre Elias

Direção de Movimento – Duda Maia

Figurino – Kika Lopes

Iluminação – João Sanches
Projeto de Sonorização – Branco Ferreira

Programação Visual – Leo Miranda

Fotografia – Guilherme Maia

Produção Executiva e Administração – Allan Ferral

Idealização e Realização - Jô Abdu Produções

 

SERVIÇO:

Local: TEATRO DAS ARTES (Shopping da Gávea – Rua Marquês de São Vicente, 52/ 2º piso)

Tel.: 2540-6004

Horário: Terça e Quarta às 21h e Quinta às 17h (dia 22/7 não terá espetáculo)

Preço:- R$ 50,00

Classificação etária: 14 anos

Lotação do teatro: 457 lugares

Duração: 60 minutos

Temporada: de 06 de julho a 19 de agosto

 

 

 


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