A Cia Boto-Vermelho conta com o autor Roger Mello e os dramaturgs Regina Schöpke - doutora em filosofia, escritora, tradutora e resenhista do Jornal O Globo e O Estado de São Paulo - e Mauro Baladi - filósofo, pesquisador, tradutor e resenhista do Jornal O Globo e O Estado de São Paulo. A escrita cênica da CIA é inspirada nos conceitos desenvolvidos pelo encenador e dramaturgo Bertold Brecht, em seu teatro épico e dialético.
Na área infantil a CIA encenou, além de UMA HISTÓRIA DE BOTO-VERMELHO - os espetáculos O PAÍS DOS MASTODONTES, CURUPIRA, UM PEQUENO PRÍNCIPE e AH, CAMBAXIRRA SE EU PUDESSE!
O espetáculo CURUPIRA foi o único infantil convidado para se apresentar no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB/RJ) no mês de julho de 1995, e concorreu a seis prêmios mambembe nas categorias de melhor autor, diretor, ator, figurino, categoria especial e cinco melhores do ano. CURUPIRA foi convidado pela direção do CCBB/RJ para participar do projeto Itinerância, que tinha como objetivo levar os melhores projetos apresentados no Centro, para diversas cidades do Brasil. O projeto UM PEQUENO PRÍNCIPE foi escolhido por sua excelência, para representar a América Latina no ano de centenário de nascimento do autor da obra Saint-Exupèry.
No teatro adulto encenou e produziu Acrobatas de Tankred Dorst, Caminhos de João Brandão de Carlos Drummond de Andrade e Sonhos de uma Noite de Verão de William Shakespeare. Acrobatas foi prêmio FATE - Fundo de Apoio ao Teatro - da Secretaria das Culturas do Rio de Janeiro - Categoria: Companhia com mais de dez anos de atividade continuada, selecionado para o Festival de Teatro de Curitiba, 28º Prêmio PASCHOALINO em Paty de Alferes - onde recebeu os prêmios de melhor ator e melhor ator coadjuvante; e foi indicado para o prêmio de melhor Iluminação. Foi selecionado também para o 1º Festival Nacional de Teatro de Juiz de Fora.
A CIA é detentora de mais de 20 prêmios nacionais. Ricardo recebeu o prêmio Coca-Cola de melhor coreografia por Sapatinhos Vermelhos de Denise Crispun. Foi indicado ao prêmio Mambembe de melhor diretor e ao prêmio Isnard Azevedo de melhor iluminação por Curupira. Foi indicado também ao prêmio Coca-Cola de melhor produção por Sapatinhos vermelhos e ao prêmio Paschoalino de melhor iluminação por Acrobatas. Foi considerado pelo jornal o Globo como um dos cinco melhores atores de teatro do Rio de Janeiro em 1994. Ricardo foi convidado por Cacá Carvalho para participar de cinco Laboratórios da Casa Laboratório para as Artes do Teatro/Fondazione Pontedera no Sesc Belenzinho/SP, durante o ano de 2005 – onde estudou a fundo o teatro de Jerzy Grotowski e as ações físicas de Stanislawski. Ricardo lançou no teatro profissional Deborah Seco em Sapatinhos Vermelhos, e na Cia Boto-Vermelho: Hilda Rebelo em Uma História de Boto-Vermelho e Regiane Alves em Caminhos de João Brandão. Ricardo é um dos fundadores do CBTIJ - Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e Juventude, onde foi o seu primeiro tesoureiro – e já administrou por duas vezes o Teatro Ziembinski.
Atualmente a Cia Boto-Vermelho está em fase de itinerância dos projetos: AH, CAMBAXIRRA SE EU PUDESSE, CURUPIRA e ACROBATAS. E em fase de estudos dos novos projetos: o épico A GRANDE IMRPECAÇÃO DIANTE DOS MUROS DA CIDADE de Tankred Dorst, o monólogo PRIMEIRO AMOR de Samuel Beckett e o filosófico-metafísico UM, NENHUM E CEM MIL de Luigi Pirandelo; entre outros projetos literários, esportivos e sociais.
A BOTO FILMES, também um dos braços da Cia Boto-Vermelho está produzindo o filme documentário em longa metragem Em Busca da Identidade - Um Caminho para Berlim no Brasil e Alemanha em 2006. Roteiro e direção de Ricardo Schöpke. Direção de fotografia Luis Carlos Saldanha. Filme em co-produção Brasil e Alemanha. E em fase de pré-produção do longa-metragem para cinema/programa de tv para a ESPN Brasil: UMA GRANDE SACADA – A ASCENÇÃO DO VÔLEI NO BRASIL. Roteiro e direção de Ricardo Schöpke. Direção de fotografia Luis Carlos Saldanha.
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